sexta-feira, 10 de março de 2017

Vereadores participam de reunião entre Sinfra, Rota do Oeste e produtores rurais




Assessoria

Os vereadores participaram de uma reunião entre prefeitura e representantes da Associação dos Pequenos Produtores Rurais Nova Aliança, localizada na Gleba Rio Vermelho, Km 208 da BR 163/364. Segundo os moradores da associação, por conta do período chuvoso e do fechamento de um canal feito por um proprietário do local, a entrada da gleba está intrafegável.

O presidente da associação, Lindomar Araújo Pereira, explica que o problema surgiu após as obras de travessia urbana, realizadas na BR 163/364. “Não tem como chegar até o local, está intransitável e agora queremos saber quem vai se responsabilizar pelos danos no local. Se nada for feito, nós vamos nos mobilizar e fecharmos a BR. Do jeito que está não dá pra continuar”, explicou.

O vereador e presidente da Casa de Leis, Rodrigo da Zaeli (PSDB), questionou as atribuições do município, bem como, da Rota do Oeste quanto ao problema. “Sabemos que este problema surgiu por conta da Travessia Urbana, mas a Rota do Oeste tem a concessão da via e poderia fazer a obra de forma rápida. O que atende a necessidade do local”.



O diretor de Operações da Rota do Oeste, Fábio Abritta, explicou que toda e qualquer obra realizada no trecho deve ter a anuência da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. “Se a agência autorizar, faremos sem problema algum. Hoje, esta obra não consta no cronograma da empresa”, defendeu.

A secretária Municipal de Infraestrutura e Urbanismo, Nívea Calzolari, disse que vai oficializar a ANTT para a realização da obra na entrada da associação. “Vou fazer um levantamento dos dados referentes às obras da Rota do Oeste no trecho em destaque. Não havendo responsabilidade por parte da concessionária, vou pedir que a ANTT inclua essa obra no projeto. Não consigo aceitar que as obras das laterais não constam no projeto. Um erro grotesco e que prejudica muitas famílias”, disse a secretária.

Ela disse ainda que a prefeitura vai fazer algumas medidas emergências no local. “No final de março, início de abril vamos fazer obras paliativas para amenizar a situação. Mas, o mais importante, vamos buscar, o quanto antes, uma solução definitiva para este problema. Os moradores não podem pagar este preço”, concluiu.

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